segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Serviços Atendidos pela SMSU de Gravataí
1) Coleta de Animais Mortos: • São realizadas coletas diárias, a partir de pedidos por chamada telefônica;
2) Aterro de Inertes • Recebe entulhos de construção, galhos, restos de poda e outros resíduos que não degradam o meio ambiente durante o processo de decomposição. As coletas obedecem uma programação semanal e, também, solicitações dos contribuintes;
3) Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) • A coleta domiciliar é feita diariamente e recolhe cerca de 200 toneladas de resíduos sólidos urbanos. É muito importante que a população se empenhe em separar os resíduos orgânicos dos resíduos secos que podem ser reciclados, os quais são coletados separadamente e recebem outro tratamento e destino. Para ver a programação clique em “Roteiro da Coleta Domiciliar 2014”.
4) Resíduos Recicláveis • A coleta de resíduos recicláveis, também chamada de Coleta Seletiva, é realizada seguindo um roteiro, mas por equipes diferentes da coleta domiciliar. Atualmente são recolhidos em torno de 12 toneladas diárias, mas acredita-se poderia ser maior se houvesse maior participação da população. Lixo reciclado melhora a qualidade do meio ambiente e gera oportunidades de emprego para pessoas de baixa renda. Para ver a programação de coleta Seletiva clique em “Roteiro da Coleta Seletiva 2014.pdf”.
5) Manutenção de Praças e Áreas Públicas e Podas de árvores • As praças e locais públicos são mantidos limpos e conservados em condições de uso para população através do DPPJ. Além deste serviço programado, a DPPJ executa podas de árvores que podem ser solicitadas pelo fone ou e-mail abaixo;
6) Descarte de Pneus Inservíveis • Os pneus inservíveis geram um grande problema ecológico se forem descartados de maneira inadequada, além de serem focos para criação do mosquito transmissor da dengue. A ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos) é responsável pela coleta e descarte dos pneus. As empresas revendedoras de pneus devem contatar diretamente: http://www.anip.com.br/ ;
7) Descarte de Pilhas e Baterias • Procure uma agência do Banrisul ou Santander que eles possuem um ponto de coleta.
8) Descarte de Lâmpadas • Lâmpadas fluorescentes devem ser devolvidas nas mesmas lojas onde foram compradas, no entanto algumas lojas da cidade ainda não estão preparadas e, neste caso, podem ser encaminhadas para a loja Tumelero Av. Dorival Cândido Luz de Oliveira, 625 (Parada 79).
9) Descarte do óleo de cozinha • A Prefeitura trabalha num projeto para disponibilizar postos de coleta junto das escolas, mas enquanto isto não está pronto o óleo pode ser enviado para o Sindilojas, nos seguintes endereços: ◦
Centro: Adolfo Inácio de Barcelos, 336; Fone: 3488-4586 ◦
Morada do Vale Av. Alvares Cabral, 880; Fone: 3043-7909 ◦
Glorinha: Av. Pompílio Gomes Sobrinho, 23961; Fone: 3496-5057 10)
Ecopontos •
Existem dois Ecopontos que recebem material oriundo de podas, entulhos da construção civil, restos de madeira e outro tipos de lixo reciclável. Atualmente existem dois em funcionamento e a intenção da prefeitura é aumentar este número. Confira abaixo os endereços;
Ecoponto 1 Av. Alvares Cabral, 1102 Morada do Vale I (51) 3497 0013
Ecoponto 2 Rua Concórdia Costa, 350 Princesa Isabel
11) Esclarecimento sobre a grama: • A grama pode ser levada pela equipe de coleta Domiciliar, no entanto não é possível na primeira coleta da semana (Segundas ou Terças Feira), pois nestes dias há um aumento do volume de resíduos por conta do final de semana.
Contatos dos Serviços da SMSU: Serviço Telefone E-mail Coleta de Animais Mortos (51) 3432 2000 Dmlu.smsu@gravatai.rs.gov.br
Coleta de Inertes (51) 3432 2003 Dppj.smsu@gravatai.rs.gov.br
Reclamações da Coleta Domiciliar (51) 3432 2000 Dmlu.smsu@gravatai.rs.gov.br
Reclamações da Coleta Seletiva (51) 3432 2000 Dmlu.smsu@gravatai.rs.gov.br
Iluminação Pública (51) 3496 4093 Dip.smsu@gravatai.rs.gov.br
Recolhimento de Pneus (51) 8412 7574 / 9940 2424 Elmo-pneus@bol.com.br
Podas, Praças e Jardins (51) 3432 2003 Dppj.smsu@gravatai.rs.gov.br
Para solicitar qualquer serviço por e-mail, preencha as seguintes informações: •
Nome e endereço completos • Telefone para contato •
No assunto coloque o tipo de serviço: ◦ Coleta de Animais Mortos; Coleta de Inertes ◦
Reclamação da Coleta Seletiva / Domiciliar ◦ Iluminação Públicas ◦ Recolhimento de Pneus ◦ Podas, Praças e Jardins
MORADORES SEM COLETA SELETIVA
Atenção Prefeitura de Gravataí
Moradores do residencial São Rafael, estão reclamando que a coleta seletiva não está ocorrendo naquela localidade.
Moradores do residencial São Rafael, estão reclamando que a coleta seletiva não está ocorrendo naquela localidade.
PROBLEMA RESOLVIDO
Boa tarde
Este blog reclamou do boeiro aberto na avenida José Loureiro da Silva em frente ao Cerâmica,e foi atendido.
Problema já foi resolvido.
Peço que continuemos a informar sobre os problemas existentes na nossa cidade.
Este blog reclamou do boeiro aberto na avenida José Loureiro da Silva em frente ao Cerâmica,e foi atendido.
Problema já foi resolvido.
Peço que continuemos a informar sobre os problemas existentes na nossa cidade.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
CUIDADO!!!!! BUEIRO ABERTO NA CALÇADA.
CUIDADO!!!! Este bueiro aberto está na calçada na avenida José Loureiro da Silva - em frente ao Clube Cerâmica em Gravataí/RS.
Com a palavra o Poder Público Municipal.
Com a palavra o Poder Público Municipal.
PARTICIPAÇÃO POLÍTICA
O que é participação política?
A participação política envolve a possibilidade de influenciar de forma efetiva as políticas locais, regionais, nacionais e internacionais. Calcada a partir da ação intencional para impactar na agenda pública, na participação legal do sistema representativo, a partir do voto, nas campanhas, nas eleições e na estrutura legislativa.
A participação política ocorre também, pela participação nas estruturas, atividades e no trabalho partidário, em grupos organizados e em manifestações orientadas a exercer influência na pauta dos atores políticos e institucionais dos governos.
É muito comum se ouvir comentários de que a juventude hoje não se interessa por política, que é uma geração apática, alienada e consumista que passa a maior parte do seu tempo na frente da TV.
Além disso, há inúmeras comparações da atual geração de jovens com aqueles que viveram os anos de ditadura no Brasil na década de 1960 e 1970. Com um tom de saudosismo se diz que a juventude já não é como antes, que saía às ruas para protestar contra a repressão do governo e se arriscava em associações clandestinas para lutar pela liberdade de expressão e pela democracia.
Aqueles que estão convencidos de que isso é verdade, podem se surpreender. Em novembro de 2005, o IBASE e o Instituto Polis lançaram o resultado da pesquisa Juventude Brasileira e Democracia: participação, esferas e políticas públicas que ajuda a desmistificar essa apatia da juventude.
Foram entrevistados oito mil jovens em 07 regiões metropolitanas brasileiras. Alguns dados interessantes:
Foram entrevistados oito mil jovens em 07 regiões metropolitanas brasileiras. Alguns dados interessantes:
- 28,1% dos(as) 8 mil jovens entrevistados(as) faziam parte de algum grupo;
- 85,8% dos jovens afirmaram se informar sobre o que acontece no mundo;
- 89% dos jovens acreditam que as pessoas devem se unir para defender seus interesses;
- 85% dos(as) entrevistados(as) disseram que é preciso abrir canais de diálogo entre cidadãos(ãs) e governo
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Linhas de crédito ao programa bicicleta Brasil
INSTRUÇÃO NORMATIVA n° 41, DE 24 DE OUTUBRO DE 2012
(Publicada no DOU, de25 de outubro de 2012, Seção 1, página 90 a 93, com
alterações da IN nº 7, de 15 de abril de 2013, publicada no DOU de 16/04/2013,
pág. 44, da IN nº 16, de 19 de julho, de 2013, publicada no DOU de 22/07/13,
pág. 57, da IN nº 30, de 04/12/2014, publicada no DOU de 08/12/14 e da IN nº
37, de 19/12/2014, publicada no DOU de 22/12/14)
Regulamenta o
Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana –
PRÓ-TRANSPORTE.
O MINISTRO DE ESTADO DAS CIDADES, no uso das
atribuições que lhe conferem o art. 6º da Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990,
e o art. 66 do Regulamento Consolidado do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
- FGTS, aprovado pelo Decreto nº 99.684, de 8 de novembro de 1990, com a
redação dada pelo Decreto nº 1.522, de 13 de junho de 1995, e,
Considerando o disposto na Resolução nº 567, de 25 de junho de 2008, e
na Resolução nº 702, de 4 de outubro de 2012, do Conselho Curador do FGTS,
Considerando o Decreto nº 6.025, de 22 de janeiro de 2007, que institui o
Programa de Aceleração do Crescimento – PAC e seu Comitê Gestor, e
Considerando a Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012, que institui as
diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, resolve:
Art. 1º O Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade
Urbana – PRÓ-TRANSPORTE fica regulamentado na forma dos Anexos I, II e III
desta Instrução Normativa.
Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor em 1º de novembro de
2012, revogando-se as Instruções Normativas nº 22, de 10 de maio de 2010 e nº
78, de 23 de novembro de 2010, ambas do Ministério das Cidades.
IN 41, de 24 de outubro de 2012 - Versão
Consolidada Atualizada até dezembro de 2014
IN-41 - Anexo II : Carta Consulta para
Preenchimento
Observação:
Instrução Normativa nº 22, de 10 de maio de 2010:
Revogada pela IN-41
Bicicleta Brasil
Programa Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta – Bicicleta
Brasil
As cidades constituem-se no palco das contradições econômicas, sociais e políticas e o sistema viário é um espaço em permanente disputa entre diferentes atores, que se apresentam como pedestres, ciclistas, condutores e usuários de automóveis, caminhões, ônibus e motos.
O Ministério das Cidades tem como desafio ampliar a visão predominante dos problemas de circulação, de modo a incorporar dimensões econômicas e sociais normalmente não consideradas. Trata-se de reconhecer a existência de uma crise de mobilidade que engloba as questões de transporte público e trânsito, exigindo soluções que superem sua análise fragmentada.
Neste sentido, a Secretaria de Transporte e da Mobilidade Urbana – SeMob - tem desenvolvido o conceito de Mobilidade Urbana Sustentável, como o resultado de um conjunto de políticas de transporte e circulação que visam proporcionar o acesso amplo e democrático ao espaço urbano, através da priorização dos modos de transporte coletivo e não motorizados de maneira efetiva, socialmente inclusiva e ecologicamente sustentável. Esta nova abordagem tem como centro das atenções o deslocamento das pessoas e não dos veículos
Ao se analisar a realidade das cidades brasileiras, verifica-se em muitas delas o uso crescente da bicicleta como meio de transporte para o trabalho e estudo, além das atividades de lazer, necessitando, assim,de tratamento adequado ao papel que desempenha nos deslocamentos urbanos de milhares de pessoas, exigindo uma política pública que seja implantada pelas três esferas de governo.
A inclusão da bicicleta nos deslocamentos urbanos deve ser abordada como elemento para a implantação do conceito de Mobilidade Urbana Sustentável e como forma de redução do custo da mobilidade das pessoas. Sua integração aos modos coletivos de transporte é possível, principalmente nos sistemas de grande capacidade e já ocorre, ainda que em estado embrionário e até espontâneo em muitas das grandes cidades, através da construção de bicicletários, junto às estações de trem.
A inserção da bicicleta nos atuais sistemas de transporte é possível, mas ela deve ser considerada como elemento integrante do novo desenho urbano necessário para dar suporte à Mobilidade Urbana Sustentável, incorporando-se a construção de ciclovias e ciclofaixas, principalmente nas áreas de expansão urbana. Torna-se necessária também a ampliação da abordagem para incluir as vias cicláveis, que são vias de tráfego compartilhado que podem ser adequadas ao uso da bicicleta.
Ao desenvolver o Programa Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta, a SeMob procura estimular os Governos Municipais, Estaduais e do Distrito Federal a desenvolver e aprimorar ações que favoreçam o uso da bicicleta como modo de transporte, com mais segurança.
Objetivos:
• Inserir e ampliar o transporte por bicicleta na matriz de deslocamentos urbanos;
• Promover sua integração aos sistemas de transportes coletivos, visando reduzir o custo de deslocamento, principalmente da população de menor renda;
• Estimular os governos municipais a implantar sistemas cicloviários e um conjunto de ações que garantam a segurança de ciclistas nos deslocamentos urbanos; e
• Difundir o conceito de mobilidade urbana sustentável, estimulando os meios não motorizados de transporte, inserindo-os no desenho urbano.
Ações previstas:
1 - Capacitação de gestores públicos para a elaboração e implantação de sistemas cicloviários;
2 - Integração da bicicleta no planejamento de sistemas de transportes e equipamentos públicos;
3 - Estímulo à integração das ações das três esferas de Governo;
4 - Sensibilização da sociedade para a efetivação do Programa;
5 - Estímulo ao desenvolvimento tecnológico; e
6 - Fomento à implementação de infra-estrutura para o uso da bicicleta.
Instrumentos de Implementação:
1 - Publicação de material informativo e de capacitação;
2 - Realização de Cursos e Seminários nacionais s internacionais;
3 - Edição de normas e diretrizes;
4 - Realização e fomento de pesquisas;
5 - Implantação de banco de dados;
6 - Fomento a implementação Programas Municipais de Mobilidade por Bicicleta;
7 - Criação de novas fontes de financiamento; e
8 - Divulgação das Boas Políticas.
As cidades constituem-se no palco das contradições econômicas, sociais e políticas e o sistema viário é um espaço em permanente disputa entre diferentes atores, que se apresentam como pedestres, ciclistas, condutores e usuários de automóveis, caminhões, ônibus e motos.
O Ministério das Cidades tem como desafio ampliar a visão predominante dos problemas de circulação, de modo a incorporar dimensões econômicas e sociais normalmente não consideradas. Trata-se de reconhecer a existência de uma crise de mobilidade que engloba as questões de transporte público e trânsito, exigindo soluções que superem sua análise fragmentada.
Neste sentido, a Secretaria de Transporte e da Mobilidade Urbana – SeMob - tem desenvolvido o conceito de Mobilidade Urbana Sustentável, como o resultado de um conjunto de políticas de transporte e circulação que visam proporcionar o acesso amplo e democrático ao espaço urbano, através da priorização dos modos de transporte coletivo e não motorizados de maneira efetiva, socialmente inclusiva e ecologicamente sustentável. Esta nova abordagem tem como centro das atenções o deslocamento das pessoas e não dos veículos
Ao se analisar a realidade das cidades brasileiras, verifica-se em muitas delas o uso crescente da bicicleta como meio de transporte para o trabalho e estudo, além das atividades de lazer, necessitando, assim,de tratamento adequado ao papel que desempenha nos deslocamentos urbanos de milhares de pessoas, exigindo uma política pública que seja implantada pelas três esferas de governo.
A inclusão da bicicleta nos deslocamentos urbanos deve ser abordada como elemento para a implantação do conceito de Mobilidade Urbana Sustentável e como forma de redução do custo da mobilidade das pessoas. Sua integração aos modos coletivos de transporte é possível, principalmente nos sistemas de grande capacidade e já ocorre, ainda que em estado embrionário e até espontâneo em muitas das grandes cidades, através da construção de bicicletários, junto às estações de trem.
A inserção da bicicleta nos atuais sistemas de transporte é possível, mas ela deve ser considerada como elemento integrante do novo desenho urbano necessário para dar suporte à Mobilidade Urbana Sustentável, incorporando-se a construção de ciclovias e ciclofaixas, principalmente nas áreas de expansão urbana. Torna-se necessária também a ampliação da abordagem para incluir as vias cicláveis, que são vias de tráfego compartilhado que podem ser adequadas ao uso da bicicleta.
Ao desenvolver o Programa Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta, a SeMob procura estimular os Governos Municipais, Estaduais e do Distrito Federal a desenvolver e aprimorar ações que favoreçam o uso da bicicleta como modo de transporte, com mais segurança.
Objetivos:
• Inserir e ampliar o transporte por bicicleta na matriz de deslocamentos urbanos;
• Promover sua integração aos sistemas de transportes coletivos, visando reduzir o custo de deslocamento, principalmente da população de menor renda;
• Estimular os governos municipais a implantar sistemas cicloviários e um conjunto de ações que garantam a segurança de ciclistas nos deslocamentos urbanos; e
• Difundir o conceito de mobilidade urbana sustentável, estimulando os meios não motorizados de transporte, inserindo-os no desenho urbano.
Ações previstas:
1 - Capacitação de gestores públicos para a elaboração e implantação de sistemas cicloviários;
2 - Integração da bicicleta no planejamento de sistemas de transportes e equipamentos públicos;
3 - Estímulo à integração das ações das três esferas de Governo;
4 - Sensibilização da sociedade para a efetivação do Programa;
5 - Estímulo ao desenvolvimento tecnológico; e
6 - Fomento à implementação de infra-estrutura para o uso da bicicleta.
Instrumentos de Implementação:
1 - Publicação de material informativo e de capacitação;
2 - Realização de Cursos e Seminários nacionais s internacionais;
3 - Edição de normas e diretrizes;
4 - Realização e fomento de pesquisas;
5 - Implantação de banco de dados;
6 - Fomento a implementação Programas Municipais de Mobilidade por Bicicleta;
7 - Criação de novas fontes de financiamento; e
8 - Divulgação das Boas Políticas.
Unidade responsável pelo programa
Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana
bicicleta.brasil@cidades.gov.br
Telefone – (61) 2108-1143 / 2108-1413
Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana
bicicleta.brasil@cidades.gov.br
Telefone – (61) 2108-1143 / 2108-1413
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